Farra aérea: Dória pegou R$ 44 mi no BNDES para comprar jatinho

14/02/2018

Para quem achava que são uma vergonha os R$ 17,7 milhões que Luciano Huck pegou no BNDES com juros subsidiados para comprar um jato Phenom para seus deslocamentos, lamento informar que o escândalo é ainda maior.

João Dória Júnior, que se orgulha de dizer que viaja pelo país e ao exterior com seu próprio avião, esqueceu de contar que o comprou com dinheiro do BNDES, a juros subsidiados, da mesma forma que o apresentador da Globo.

Mas em valor muito maior: R$ 44 milhões, embora pagando um pouco mais de juros (4,5% ao ano), bem menos do que nós, mortais, podemos pagar.

Tecnicamente, o jatinho não é mais de Dória: assim que se elegeu, “passou” a empresa para o filho, que nunca teve renda alguma, exceto a mesada paterna.

Transferência, claro, de fachada, como o próprio Dória declarou em setembro do ano passado, ao divulgar um vídeo dizendo que não usa dinheiro público em suas viagens, como você pode assistir aqui:

“Não uso dinheiro público, viajo no meu próprio avião. Hoje felizmente tenho condição de bancar minhas viagens. Vim para a vida pública para fazer diferente, para fazer melhor, com inovação, dedicação e transparência. “

Faltou, no quesito transparência, informar que foi pegar o dinheiro, em pleno Governo Lula, no banco público.

Foi comprado por sua empresa, depois da eleição transferida a seu filho, em meados de 2010, embora só em junho de 2011 tenha registrado na Junta Comercial a mudança de atividades para “locação de aeronaves sem tripulação”. De novo, como no caso da empresa de Huck, duvido que haja “locações” que não sejam de fachada.

Desta vez, para a nossa imprensa “slow motion” não dizer que o Tijolaço “antecipou” – estava marcada para quando? – a informação, já vão os documentos reproduzidos abaixo, para não dar trabalho.

E, para evitar que a tropa de advogados de Doria queira me arrancar o que não tenho e que não tirei nunca do BNDES ou de qualquer banco público, repito que a questão não é de legalidade: é de hipocrisia com o discurso de destruição do Estado e da ficção de que o privado é “muito mais eficiente e honesto”. Financiado com dinheiro público, não é?

POR FERNANDO BRITO 13/02/2018

jucespdoria

TIJOLAÇO

Trump doa 1/4 do seu salário para renovar as infraestruturas nos EUA

14/02/2018

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, doou todo seu salário do quarto trimestre de 2017, estimado em cerca de US$ 100.000, ao Departamento de Transporte dos do país com o objetivo de ajudar a financiar projetos de infraestruturas, anunciou nesta terça-feira a Casa Branca.

"Hoje, o presidente está orgulhoso de doar seu salário do quarto trimestre de 2017 ao Departamento de Transporte, para apoiar os seus programas que reconstroem e modernizam as nossas desmoronadas infraestruturas", disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, na sua entrevista coletiva diária.

Trump, que é multimilionário, prometeu durante a campanha eleitoral de 2016 que, se ganhasse as eleições, doaria seu salário como presidente dos Estados Unidos, que chega a US$ 400.000 brutos anuais.

O presidente já doou seu salário do primeiro trimestre de 2017 ao Serviço Nacional de Parques e o do segundo ao Departamento de Educação, enquanto o salário do terceiro o destinou ao Departamento de Saúde, com o objetivo de combater a crise de dependência a analgésicos opiáceos no país.

AGENCIAEFE

​Brasil terá ampla participação no Festival de Berlim de 2018

07/02/2018

O cinema brasileiro estará novamente representado no Berlinale, como é chamado o Festival de Cinema de Berlim, com diversos filmes, entre eles um do diretor José Padilha, que não entrará em competição, e outro que trata-se de uma coprodução entre Paraguai, Uruguai e Brasil que concorrerá ao Urso de Ouro.

O paraguaio Marcelo Martinessi, com sua obra-prima "Las Herederas", coproduzido com Uruguai e Brasil, concorrerá com outros 18 filmes na competição oficial.

Além disso, dentro do cinema latino-americano, amplamente representando no festival deste ano, concorrerá ao Urso de Ouro o diretor mexicano Alonso Ruizpalacios, que, com seu filme "Museo", que tem Gael García Bernal no papel principal, retorna ao festival após apresentar em 2014 "Güeros" em uma das seções paralelas.

Dentro da seção Berlinale Special, fora de concurso, estará presente o filme "Operação Entebbe", do brasileiro José Padilha, Urso de Ouro em 2008 com "Tropa de Elite", além do documentário argentino "Viaje a los Pueblos Fumigados", de Fernando E. Solanas.

O cinema brasileiro, além disso, terá grande peso na seção Panorama, a segunda em importância do festival.

Nela serão projetados os documentários filmes "Ex-Pajé", de Luiz Bolognesi, e "Bixa Travesty", de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, "O processo", de Maria Ramos, "Tinta Bruta", de Márcio Reolon e Filipe Matzembacher, e a coprodução com participação brasileira "Central Airport THF", de Karim Aïnouz.

Na seção Fórum será projetado, além disso, o filme brasileiro "Eu sou o Rio", de Gabraz Sanna e Anne Santos.

A seção Generation, dedicada ao cinema infanto-juvenil, contará também com uma nutrida representação latino-americana, na qual o produtor brasileiro Felipe Bragança será membro do júri.

O Brasil será representado nessa seção com o filme "Unicórnio", de Eduardo Nunes.

Além disso, o Brasil estará representado na seção de curtas, com "Alma Bandida", de Marco Antônio Pereira; "Terremoto Santo", de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca; e a coprodução com Portugal "Russa", de João Salaviza e Ricardo Alves.

Agencia EFE

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